STCP
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Política Energética

A CERTIFICAÇÃO EM 2008

Em 26 de dezembro de 2008, a STCP, SA passava a ser em Portugal, a primeira empresa de transportes rodoviários de passageiros a ter um Sistema Integrado de Gestão certificado simultaneamente pelos três referenciais normativos seguintes:
  • NP EN ISO 9001:2008 – Sistemas de Gestão da Qualidade.
  • NP EN ISO 14001:2004 – Sistemas de Gestão Ambiental.
  • OHSAS 18001:2007 / NP 4397:2008 – Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho.

Todas as atividades e instalações da STCP, SA, com exceção do Museu do Carro Elétrico, encontram-se abrangidas pelo âmbito da Certificação, desde a prestação do serviço em si, passando pela manutenção das viaturas, até ao atendimento ao cliente.

As Certificações vieram proporcionar a integração da STCP num grupo de empresas de vanguarda, distinguindo-a dos demais Operadores de Transporte, o que constitui a nível interno um fator adicional de motivação e orgulho para todos os trabalhadores, embora, exigindo uma participação constantemente interessada e ativa por parte destes.

As Certificações são atribuídas por um período de três anos, com auditorias anuais de acompanhamento por parte da entidade certificadora. No ano de 2011, impunha-se a renovação destas três Certificações - o que foi conseguido com êxito, por mais um período de três anos, até 25 de dezembro de 2014.

A POLÍTICA AMBIENTAL DA STCP

Enquanto empresa de transporte coletivo rodoviário, a STCP assume um papel importante na qualidade ambiental do espaço urbano onde atua. O compromisso de contribuir para um futuro sustentável obriga à aposta na melhoria contínua, permitindo a minimização dos impactes ambientais da atividade da empresa, com especial enfase nas suas áreas de suporte, dotando as instalações e os equipamentos de soluções tecnologicamente eficientes, que promovam a redução progressiva da poluição e do consumo dos recursos energéticos e naturais.




A assinatura em 2010, pela STCP da Carta de Desenvolvimento Sustentável da UITP (União Internacional dos Transporte Públicos), na sua versão Full Charter, é a prova evidente desse comprometimento, atribuindo assim um maior nível de responsabilidade e de exigência à empresa.

A gestão eficiente da energia, dos recursos hídricos e dos resíduos sólidos produzidos, como consequência das atividades realizadas nas diferentes instalações e serviços, são os vetores orientadores da política de gestão ambiental, extensível a todos os prestadores de serviços que operam nas suas instalações.

Em 2011 destacamos os seguintes indicadores:


FROTA

A empresa tem vindo a implementar múltiplas ações para reduzir as emissões de poluentes dos veículos, de que são exemplo: a diversificação de combustíveis usados na frota, com a utilização de 54,5% de autocarros a gás natural e a renovação da frota, substituindo-a por autocarros com um comportamento ecológico progressivamente mais eficiente.

Com a entrada em operação de 15 viaturas de dois pisos e o abate de 36 viaturas a gasóleo, a frota de autocarros ficou repartida da seguinte forma, de acordo com as fontes energéticas: 54,5% de viaturas (255) a gás natural e 46,5% de viaturas (213) a gasóleo.

A opção pela frota a gás natural permitiu a redução das emissões de CO2 em 1.626 toneladas e a poupança de cerca de 4,3 milhões de euros em 2011.

Desde 2001, ano de início da utilização das viaturas a gás natural, a poupança pela diversificação energética – utilização de gás em vez de gasóleo – foi de cerca de 18 milhões de euros.



Substituíram-se veículos que cumpriam a norma EURO I por veículos que cumprem as normas EURO V e EEV. Cerca de 25% da frota já cumpre estas normas, as mais exigentes do ponto de vista ambiental em vigor na União Europeia. Estas normas impõem limites às emissões de óxidos de azoto (NOx), hidrocarbonetos não queimados (HC) e partículas (PT), que são emissões intrínsecas à tecnologia dos motores.


ENERGIA

Foi elaborado um plano de racionalização de consumo de energia elétrica, implementado no ano de 2011, com o objetivo de adaptar os consumos às necessidades efetivas das atividades da empresa. Neste âmbito procedeu-se à revisão de toda a rede oficinal de ar comprimido, de modo a eliminar fugas e de a adaptar às reduções de efetivo e de atividade oficinal, que têm vindo a ocorrer. Instalaram-se também temporizadores, que permitem o corte da alimentação dos compressores fora das horas de laboração normal.

Foram ainda instalados contadores e disjuntores acionados por interruptores horários para regulação da iluminação dos parques de estacionamento das estações de recolha. Deste modo, entre as 2h00 e as 5h00, a iluminação das duas paradas foi reduzida em cerca de 60%. Foi ainda corrigido o fator de potência da Estação de Recolha de S. Roque. Todas estas medidas contribuíram para a redução de 4% nos consumos de energia elétrica nas instalações fixas.


ÁGUA

O consumo da água da rede diminuiu 7% (- 906 m3) em virtude da sensibilização realizada junto dos trabalhadores da empresa e da adoção de boas práticas.


GESTÃO DE RESÍDUOS

A responsabilidade ambiental passa pela racionalização do consumo de materiais e pela gestão sustentável dos resíduos produzidos. A STCP faz a recolha seletiva e o encaminhamento de resíduos para o melhor destino, privilegiando sempre que possível a sua valorização.

Com o objetivo de sensibilizar os trabalhadores para a adoção de boas práticas na separação seletiva de resíduos, ministrou-se uma ação de formação que abrangeu 117 trabalhadores e foram distribuídos mini ecopontos por todas as instalações da empresa.



Em 2011 registou-se uma diminuição na maioria dos resíduos produzidos, destacando-se a redução dos resíduos metálicos em 71%.

Resíduos industriais perigosos
2008
2009
2010
2011
11/10
Óleos usados (litros)
19.400
14.500
18.200
17.400
- 4%
Baterias usadas (un)
291
238
185
209
13%
Lâmpadas Fluorescentes (kg)
358
287
253
293
16%






Resíduos industriais não perigosos





Madeira /kg)
27.730
0
9.960
6.360
- 36%
Resíduos industriais banais (kg)
14.360
0
14.160
13.020
- 8%
Resíduos metálicos
484.050
0
202.740
58.780
- 71%






Outros resíduos





Papel e cartão (kg)
25.611
16.046
12.600
12.105
- 4%
Resíduos de demolição e construção (kg)
284.000
77.024
67.580
55.300
- 18%
Resíduos hospitalares Gr.III e IV
n.d.
72,3
71,8
64,9
- 10%

Em 2011 atingiu-se a valorização de 16,4% dos resíduos produzidos, a diminuição da quantidade produzida em 27% e a otimização dos custos com a seleção adequada e diferenciada de operadores de resíduos devidamente licenciados. Estima-se uma redução de custos em 40% para 2012.

Com a otimização da gestão de resíduos, a política de gestão ambiental da STCP fecha um ciclo que se iniciou com a certificação ambiental, já que todas as vertentes ambientais foram alvo de uma análise pormenorizada, tendo levado à elaboração de um plano de gestão ambiental, revisto anualmente, em contínuo aperfeiçoamento, com a consequente otimização de procedimentos, permitindo atingir resultados que contribuem para uma racionalização económica no âmbito da sustentabilidade.
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